O relógio anda. As tarefas se acumulam. Mas a cabeça não acompanha.

Às vezes, o corpo não consegue nem sair da cama. É o absenteísmo.

Outras vezes, o corpo está lá. Sentado na cadeira. Mas a mente viajou.

Ela está em outro lugar. Perdida em preocupações. Afundada em cansaço. Isso é o presenteísmo.

Ambos são sintomas. São sinais de que algo não vai bem.

A ausência que grita

O absenteísmo é mais do que uma falta física. É um grito silencioso.

É o colaborador que não aparece. Pode ser por uma gripe. Ou por uma crise de ansiedade.

Pode ser o esgotamento. O burnout que já tomou conta.

A depressão que tira a força até para levantar.

A saúde mental abalada se manifesta de muitas formas.

Ela se manifesta na insônia. No corpo que não descansa. Na mente que não para.

E então, um dia, a pessoa simplesmente não consegue mais ir.

É uma ausência sentida. Pelas equipes. Pelos prazos.

Mas, principalmente, pela pessoa que sofre.

Estar presente, mas distante

O presenteísmo é mais sutil. Mais difícil de perceber.

O colaborador está lá. No escritório. Na reunião.

Mas ele não está inteiro.

A concentração diminui. A paciência encurta. Os erros aparecem.

A criatividade some. A proatividade se esvai.

É como se houvesse uma névoa. Entre a pessoa e o trabalho.

Essa névoa é feita de estresse. De angústia. De sobrecarga.

É a mente que não consegue focar. Que se perde em pensamentos repetitivos.

A pessoa tenta. Ela se esforça. Mas o rendimento não é o mesmo.

O corpo está presente. A mente não.

Isso gera frustração. No colaborador. Na equipe.

É um desgaste invisível. Que consome aos poucos.

Como o apoio faz a diferença

Entender a saúde mental é o primeiro passo.

Reconhecer que absenteísmo e presenteísmo são mais que números.

São pessoas.

Pessoas que precisam de ajuda. De um espaço seguro para falar.

Um espaço para serem ouvidas sem julgamento.

A Scutha oferece esse apoio.

Com psicólogos homologados. Com um canal de escuta sigiloso.

Trilhas de bem-estar que acolhem. Que orientam.

Para as empresas, a Scutha oferece material de apoio técnico ao PGR.

Transformamos o diagnóstico de riscos psicossociais em ações concretas.

Em cuidado. Em evidências. Sem elaborar o diagnóstico em si, nem mapear ou fazer laudo.

Se a sua empresa ainda não tem um diagnóstico técnico, é fundamental começar por essa etapa. Ela é a base para as ações de cuidado.

Um respiro. Um caminho.

Para que o colaborador se sinta visto. Se sinta apoiado.

Para que a saúde mental não seja um tabu. Mas uma prioridade.

Isso reflete no bem-estar. No engajamento. Na presença plena.

Para saber mais sobre como a Scutha pode ser um material de apoio técnico ao PGR da sua empresa e ajudar a transformar desafios em cuidado, visite nossa página sobre NR-1.

A mente em equilíbrio. O corpo presente. O potencial se revela.

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